Postagem: Prof. José Carlos
domingo, 27 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Alunos do Liceu na "Era do Ferro"
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| Alunos do Liceu aprenderam e se encantaram com as maquetes |
Na tarde de terça-feira (24/04), alunos
do ensino fundamental da Escola Municipal Liceu de Artes Mestre Raimundo
Cardoso, no Paracuri, em Icoaraci, se reuniram curiosos para admirar pedaços da
história de Belém transformados em miniaturas. A escola foi a primeira a ser
beneficiada com o projeto “A Era de Ferro”, iniciativa do grupo RBA, com
patrocínio da Vale e apoio do Museu da Universidade Federal do Pará (Mufpa). O
objetivo do projeto é simples: despertar na população a consciência de que, a
nossa volta, estão fragmentos da história da nossa cidade que merecem e devem
ser preservados.
Através de maquetes, encartadas todas
as quintas-feiras no DIÁRIO, construções históricas do final do século XIX e
início do XX podem ser reconstruídas por qualquer um, basta ter à mão tesoura,
cola e seguir as orientações. Prédios imponentes, como o Galpão da CDP
(Companhia Docas do Pará) e o Teatro Gasômetro, que virá na edição de amanhã,
são representados em maquetes que cabem na palma da mão. As maquetes-modelo
foram pensadas e produzidas por alunos dos cursos de Arquitetura e Urbanismo da
Unama e da UFPA. Todas elas obedecem as proporções reais dos monumentos e
preservam seus pequenos detalhes.
Para Paulo Souza, representante da
Secretaria Municipal de Educação (Semec), a ideia de se apropriar do projeto
visa garantir que os alunos conheçam a importância de manter preservados estes
monumentos. “A educação patrimonial é importante porque muitas vezes as pessoas
depredam, sujam estes monumentos porque não conhecem suas histórias. Através do
projeto, nós conseguimos repassar informações e resgatar essa memória, assim
mantemos o patrimônio da cidade preservado”, afirma. Outras nove escolas
públicas também deverão ter um dia para conhecer o projeto.
Denilson Erik de Souza, 7 anos,
estudante da segunda série, afirma que o monumento que mais gostou foi o relógio
de ferro do Ver-o-Peso. “Eu nunca tinha visto antes, mas achei ele bonito”,
afirma o garoto que se encantou com a bússola que ornamenta o topo da torre do
relógio. Já Marcos Paulo Damasceno, 11 anos, da quarta série, gostou mesmo foi
do mercado de carne, o mesmo prédio que Emily Nair Lobo, 9 anos, havia acabado
de montar com as colegas da terceira série. “Eu gostei mais desse. Ele é todo
lindo”,opina a estudante enquanto cola uma das laterais da pequena Estação
Gasômetro. O Liceu de Artes foi a primeira escola a ser beneficiada com o
projeto porque já desenvolve um trabalho contínuo de preservação da memória e
resgate da identidade da comunidade do entorno, formada na maioria por famílias
que ainda trabalham artesanalmente com cerâmica marajoara. Para Janice Shirley
Souza, diretora da escola, o projeto é importante para que os alunos sintam que
pertencem a uma realidade maior. “Os alunos precisam conhecer esses prédios
porque eles estão inseridos no nosso espaço urbano e ajudam a compreender nossa
história. Isso é fundamental para que eles também se sintam motivados a
preservá-los”, diz a diretora.
As construções da Era do Ferro são
retratos de uma Belém que crescia com o "boom" econômico da região
motivado pelo comércio da borracha. Nessa época, conhecida como Belle Époque, a
cidade foi remodelada de acordo com a Revolução Industrial, seguindo os padrões
das modernizações ocorridas nas cidades europeias no século XIX. O ferro era o
principal material utilizado. Nos moldes da Torre Eiffel, de Paris, muitas
construções de Belém do mesmo período foram feitas a base de ferro, como o
reservatório de água de São Brás.
Fonte:
domingo, 1 de abril de 2012
Totalidades do Conhecimento na EJA do Liceu
A Equipe Técnica da EJA/SEMEC, em reunião
ocorrida no dia 30 de janeiro, debateu com os professores da Educação de Jovens
e Adultos do Liceu a nova organização curricular na
EJA, consequência da transformação das Etapas (3ª e 4ª) em Totalidades de
Conhecimento.
A denominação de
TOTALIDADE resulta da concepção de um ensino-aprendizagem interdisciplinar,
onde professores compartilham seus campos conceituais, métodos e teorias. Neste
sentido, as Totalidades de Conhecimento têm como bases teóricas a interdisciplinaridade – abordagem conjunta e
articulada de um conceito ou objeto pelo conjunto de professores das
disciplinas, com seus métodos, instrumentos e teorias específicos, em prol da
aprendizagem do aluno; formação do senso crítico – capacidade
de criação, crítica e opinião por parte do educando; aluno ser-presente – o
educando como pessoa única em sua complexidade de história de vida, saberes e
concepções que dialogam com os educadores em aula.
Dentre as mudanças no aspecto
curricular, foram discutidas: instrumentos de registros do desenvolvimento dos
estudantes (Diário de Classe e Registro de Avaliação do Aluno), instância
avaliativa (Conselhos de Totalidade), reorganização do tempo/espaço (atividades
extraclasse), hora pedagógica (espaço de reflexão da prática docente e
formação), organização do conhecimento feita pelos educadores da escola,
assessoramento e acompanhamento (espaço de troca e formação).
Texto, imagens e
postagem: Prof. José Carlos.
| Técnicos da EJA/SEMEC |
| Técnico da EJA/SEMEC e Professoras da EJA do Liceu |
| Técnica explica as mudanças na EJA do Liceu |
quinta-feira, 29 de março de 2012
AULA INAUGURAL 2012
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| Diretora do Liceu |
No dia 30 de janeiro, o Liceu
Escola realizou a Aula Inaugural do ano letivo de 2012, com as presenças da
diretora Janice Lima, coordenadores pedagógicos, professores, pais e alunos. O
público foi brindado com a apresentação de um animador que garantiu a diversão
de crianças e adultos.
Texto e postagem: Prof. José Carlos.
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| Coordenadores Alcemir e Wânia |
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| Alunos e Pais |
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| Humorista animou o evento
Postagem: Prof. José Carlos
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